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domingo, 30 de maio de 2010

Trabalhos e Inovações





CRIAR, PENSAR, ANALISAR, PESQUISER ETC SÃO AS COISAS FUNDAMENTAIS PARA REALIZAÇÃO DE UM TRABALHO ACADÊMICO SEMESTRAL.... NÃO FUGINDO DESTES CONCEITOS BUSCAMOS INOVAR EM NOSSO TRABALHO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA ! BEM O TRABALHO SERIA REALIZADO DA SEGUINTE FORMA, TERIMAOS QUE MUDAR UM PRODUTO JÁ EXISTENTE NO MERCADO E APLICAR OS CONCEITOS DA DISCIPLINA, PESQUISAMOS 2 MARCAS DE BEBIDAS, UMA DELAS DE ENERGETICO E OUTRA DE WHISKY E LANÇAMOS UM NOVO PRODUTO, UTILIZAMOS UM NOVO CONCEITO CRIAMOS E ACREDITAMOS EM NOSSO TRABALHO. CRIAMOS O BULLLABEL VC JÁ DEVE TER RECORDADO QUAL FORAM AS 2 MEPRESAS QUE USAMOS NÉ.......... QUERIAMOS FAZER UMA FESTA DE LANÇAMENTO DO PRODUTO PARA ISSO CRIAMOS O WWW.BULLLABEL.WORDPRESS.COM E O WWW.TWITTER.COM.BR/BULLLABEL PARA DIVULGAÇÃO, MAS NÃ FOI POSSIVEL POIS O LOCAL NAO ERA APROPRIADO, MAS DECIDIMOS INOVAR E FAZER COM QUE A NOSSA APRESENTAÇÃO DO TRABALHO FOSSE REAL E FIZEMOS, AO INICIARMOS O TRABALHO COLOCAMOS UM VIDEO ONLE LOGO APÓS ENTROU UM PERSONAGEM REAL PARA DAR CONTINUIDADE AO MESMO, FIZEMOS UMA CAMISETA DO PRODUTO E FIZEMOS O PROPRIO PRODUTO E LEAVAMOS PARA SERVIR POREM DEVIDO SER ALCOOLICO NAO PODIAMOS DISTRIBUIR, MAS ENTREGAMOS OS FLYERS DO TRABALHO E FINALIZAMOS.......... APESAR DE MUITAS CONFUSÕES SUPERAMOS E TIVEMOS ALÉM DA NOTA MÁXIMA UM PONTO A MAIS......... RESUMINDO INOVE-SE FAÇA O DIFERENTE FUJA DAS REGRAS E CRIE, INVENTE E ACREDITE

domingo, 16 de maio de 2010

A seleção a serviço da cerveja

É desanimador, profundamente desanimador, assistir na televisão, várias vezes ao dia, às propagandas que mostram craques da seleção brasileira de futebol induzindo a população a ingerir bebida alcoólica. Realmente, o técnico Dunga e jogadores que integram ou já integraram a seleção ali estão, presumivelmente por dinheiro, a estimular aqueles que os admiram a esse vício, que representa drama dos mais sérios para milhões de pessoas neste país: o alcoolismo.

Subliminarmente, tal propaganda enganosa procura associar o êxito e a vitalidade física ao hábito de tomar uma determinada marca de cerveja. Esse comportamento reprovável já contagiou, irremediavelmente, o jogador Ronaldo e depois, isoladamente, o técnico Dunga. Ambos se prestam docilmente a apontar à juventude que é bom e saudável beber cerveja.

Mas, agora, o que aparece nos filmes é muito pior - é a imagem da própria seleção brasileira de futebol, com vários de seus integrantes, a pedir aos brasileiros que bebam a referida cerveja. A seleção é assunto nacional e por isso mesmo revolta.

Não se pode imaginar que isso seja feito de graça, e sim por dinheiro, aquilo que o conselheiro Acácio chamava com ironia de vil metal. Enfim, excelentes exemplos de atletas de nosso país, que deveriam servir de modelo para a juventude, corrompem-se dessa forma, projetando uma imagem da qual talvez um dia se arrependam.

"Com moderação"

Os profissionais da área publicitária sempre dizem que a filosofia por trás da propaganda está baseada na velha observação de que todo homem é, na realidade, dois homens: o homem que ele é e o homem que gostaria de ser. Isso parece estar evidente no caso referido, porque é incalculável o número de jovens brasileiros que gostariam de ser iguais a Dunga e aos jogadores da seleção.

Mas para isso será que é necessário beber cerveja? Sobretudo para os adolescentes, essa propaganda infeliz se mostra danosa, porque associa vitalidade e sucesso ao gesto nada recomendável de beber cerveja, em vez de simplesmente praticar esporte e tornar-se saudável.

No momento em que esse engodo se processa pelas televisões brasileiras, é curioso observar que o mais expressivo jogador de futebol de todos os tempos – o incomparável Pelé – nunca apareceu em anúncios associando sua imagem a bebida. Essa conduta, sem nenhuma dúvida, serviu para que Pelé sempre seja visto com respeito.

Também nunca se viu o cantor Roberto Carlos, tão em voga nestes dias, prestar-se a esse comportamento abominável. Décadas atrás, quando uma frase de sua autoria era repetida por todo o Brasil – "É uma brasa, mora?" – , conta-se que lhe ofereceram uma fortuna para que dissesse: "É uma (marca de cerveja), mora?" Mas ele se recusou e, assim, o seu exemplo se manteve íntegro.

Os criadores de propaganda não se incomodam com os efeitos danosos de algum veneno embutido nos produtos que conseguem enfiar goela abaixo dos consumidores. Para eles, o essencial é vender, o que se compreende, porque são pagos para isso.

Mas é evidente que, ao ver o filho adolescente bebendo cerveja, porque, afinal, o Ronaldo toma, o Dunga toma, talvez eles se perguntem, ao olhar no espelho, se estarão fazendo a coisa certa.

Do ângulo dos produtores de cerveja, emerge um gesto de hipocrisia ainda pior, porque, ao final de cada propaganda veiculada, acrescentam o pedido de que se beba como moderação, como se isso os absolvesse de qualquer censura.

Prazer do gole

Os romanos, ao longo do domínio secular que exerceram sobre a Europa, a África e a Ásia, sempre repetiram uma frase de extraordinário significado: "Corruptio optimi pessima", que significa a corrupção do melhor é a pior.

Pessoas que se destacam e se tornam públicas, como é o caso de atletas, jogadores e artistas, estão permanentemente sob a luz dos holofotes e deveriam ter um mínimo de respeito ético em relação ao país que lhes permitiu a consagração. Enfim, deveriam devotar amor ao Brasil e aos brasileiros, e não ao dinheiro.

Mas, infelizmente, vê-se que o amor ao dinheiro cresce tanto quanto o próprio dinheiro. Isso é especialmente grave quando os beneficiários dessa conduta usam o próprio País, ou seja, se prevalecem de estar na seleção brasileira de futebol, sonho tão grandioso, para fazer propaganda de cerveja. Como se a seleção brasileira fosse deles.

É difícil acreditar que exista algum patriotismo nesse comportamento, além da avidez por uma gorda conta bancária. Não se pode dizer que haja crime nessa conduta, mas, sem dúvida alguma, trata-se de comportamento reprovável que alcança, por omissão e cumplicidade, as autoridades responsáveis pela seleção brasileira.

Não se haverá de exigir que jogadores de futebol não se deixem levar, uma vez ou outra, pelo prazer de tomar um gole de cerveja. Será natural que isso ocorra. Mas não é natural, nem desejável, que assumam uma conduta pública que atua em desfavor deles próprios.

Associação indevida

É possível que a questão divida as opiniões e sem nenhuma dúvida haverá os que considerem natural um craque da seleção brasileira induzir os jovens ao hábito da bebida. Mas sempre haverá também alguns, como eu, que jamais aceitarão esse comportamento e estarão na expectativa de que a omissão dos superiores desses atletas não seja tão vergonhosa como a conduta deles.

A propaganda individual, feita apenas por um dos integrantes da seleção, sem o uniforme oficial, por si só, já se mostra chocante.

Mas quando ocorre coletivamente, associando a luta da esquadra canarinho ao consumo de bebidas, no mínimo, contribui para virar o estômago.

Por Aloísio de Toledo César. Reproduzido do Estado de S.Paulo, 13/5/2010; intertítulos do Oi.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Revista Newsweek é colocada à venda por acumular prejuízos



Com prejuízos acumulados desde 2007, a revista norte-americana Newsweek foi colocada à venda, nesta quarta-feira (5), pelo grupo Washington Post.

"As perdas da Newsweek em 2007-2009 são conhecidas. Apesar dos esforços heróicos da direção e dos empregados da Newsweek, acreditamos que teremos novas perdas em 2010. Estamos explorando opções para corrigir esse problema", disse o chairman do grupo, Donald Graham.

Em 2009, a divisão de revistas do WP registrou perdas de US$ 29,3 milhões. Em 2008, o saldo negativo era de US$ 16,1 milhões.

Segundo entrevista de Graham ao Washington Post, as perdas "são uma frustração contínua", especialmente na operação digital, em que a Newsweek faturou apenas US$ 8 milhões no ano passado.

O chairman utilizou levantamentos para comprovar que a revista é muito popular entre os leitores porém, considerou que a crise financeira complicou ainda mais o comércio de revistas "2009 foi o pior ano para a publicidade desde a Grande Depressão, e a Newsweek não é exceção", disse.

Antes de optar pela venda, o grupo se esforçou para que a Newsweek tivesse tamanho suficiente para manter o conteúdo, para isso, a circulação sofreu cortes e foram oferecidos desconto para publicidade e assinaturas.

Em entrevista ao The News York Times, no ano passado, o editor da Newsweek, Jon Meacham, exaltou a postura do veículo: "Se não temos algo original a dizer, não dizemos. O desafio de perseguir as notícias da semana para trazer um par de detalhes não é sutentável".

Fundada em 1933 e adquirida pelo Washington Post em 1961, a Newsweek é considerada uma instituição da imprensa dos EUA. Ao lado de sua principal concorrente, a Time, foi substancialmente afetada pela queda do aporte no mercado publicitário e pelo crescimento da Internet. Entre 2008 e 2009, a revista perdeu cerca de 15% de seus leitores.

Com informações do jornal The Guardian.

Conar chega aos 30 anos


Criado por profissionais de propaganda e marketing, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) chega aos 30 anos de existência.

A instituição provada, mantida com recursos dos associados, sem fins lucrativos e com 180 conselheiros voluntários, incentiva o debate entre a sociedade civil e instituições pública em defesa do que definem por: liberdade de expressão comercial.

O Conar não tem poder para punir agência ou anunciante, os envolvidos adotam ou rejeitam suas determinações espontaneamente. As denúncias de consumidores, a iniciativa de associados, a ação de órgãos públicos ou a determinação do próprio Conar são as formas para que os processos sejam abertos.

A instituição julgou mais de sete mil casos nessas três décadas de atuação. Só em 2009 foram 342 processos instaurados e 268 anúncios sustados.

Próximos passos
A forma como o conceito de sustentabilidade é tratado pela comunicação é o novo foco do Conar. Um Centro de Referência sobre Liberdade de Expressão, uma biblioteca temática em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo também já foram criados.

Com informações do Estado de S.Paulo.

Redação Adnews

sábado, 1 de maio de 2010

ADTV: canal com conteúdo sobre publicidade é lançado no Fiap



O segundo dia do Fiap (Festival Ibero-americano de Publicidade), que aconteceu na quarta-feira (28), foi marcado pelo lançamento do ADTV, canal a cabo que pretende ser a MTV da publicidade. O projeto é comandado por Rodrigo Figueroa Reyes, da FiRe Advertainment, que tem como sócio a produtora Non Stop.

A programação ficará no ar por 24 horas e exibirá, não só filmes publicitários, como também programas de brand content e de entrevistas com profissionais do meio, entre criativos e diretores de cena.

O canal estreia em agosto, com uma festa de lançamento. Até lá, o veículo será divulgado em Festivais de Publicidade. O próximo será o Clio Awards.