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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Twitter tem mais tráfego que YouTube e Orkut no Brasil



Fenômeno do momento na internet, o Twitter é sucesso no Brasil. Atualmente o microblog responde por 56% do tráfego de dados do país em mídias sociais, seguido de longe por Facebook, com 20%, e YouTube, que possui 16% do total. Os dados analisam apenas os sete maiores sites de mídia social no Brasil, que também incluem o StumbleUpon, Digg e Delicious.

Os dados da StatCounter mostram não só o quanto o Twitter possui de tráfego nacional, mas também revela o quanto o site, nascido em 2006, tem se mantido na preferência aos olhos dos usuários daqui; e apesar de estar bem longe do segundo colocado, o site já obteve marcas ainda mais expressivas – em agosto de 2009, por exemplo, o Twitter tinha 67% do volume de tráfego.

Recentemente, o microblog anunciou a abertura de suas portas à publicidade – que será feita por meio de mensagens enviadas aos usuários. Agora, seguindo os dados da StatCounter, ganha ainda mais notoriedade para os que aguardavam ansiosamente pelo modelo de anúncio a ser disponibilizado no site.

O YouTube, por sua vez, já não vive dias tão gloriosos com os internautas brasileiros. O site chegou a mostrar números expressivos em setembro, quando ainda era o segundo colocado, com 30% do tráfego. Porém, a partir desse pico, o site só se fez cair, e chegou este mês ao seu recorde negativo, cedendo sua posição de vez para o site de Mark Zuckerberg.

Além da queda do site de vídeos, o Google também vê sua rede social – preferida pelos brasileiros – despencar em volume de tráfego. Desde janeiro, o Orkut já caiu de 37% para apenas 1,66% do volume nacional.

O crescimento

A ascensão do Twitter pode ter várias explicações. O site, por exemplo, vem sendo amplamente divulgado pela mídia, com personalidades como apresentadores e jornalistas ativos no site. Outro aspecto pode explicar também o crescimento de tráfego do Facebook, relacionando-o inclusive com o microblog, já que, através da rede social, pode-se postar tweets sem ter de mudar de site.

Porém, como boa parte dos tuiteiros utiliza programas ou aplicativos de outros sites para acessá-lo, o volume de tráfego nacional do Twitter pode ser ainda maior do que os 56% que demostra atualmente.

Redação AdNews

Brasil fica de fora da lista de países mais conectados.


Das 100 cidades com conexões à internet mais rápidas do mundo, 62 estão na Ásia, 15 na Europa e 23 na América do Norte. Os dados estão no relatório "Estado da Internet", divulgado nesta terça-feira pela Akamai Technologies. Na lista das 100 cidades mais velozes, não há nenhuma da América Latina.

O estudo da Akamai incluiu cidades com pelo menos 50 mil endereços IP conectados à rede de distribuição de conteúdo da empresa. O Japão domina a lista, com 42 cidades, mas a Coréia do Sul aparece com a média de conexões mais rápidas (11,7 Mbps), seguida por Hong Kong (8,6 Mbps) e Japão (7,6 Mbps), os únicos acima de 7,5 Mbps A cidade com a internet mais rápida do mundo, entretanto, fica nos Estados Unidos: é Berkeley, na Califórnia, com 18,7 Mbps. A média global é de 1,7 Mbps.


A rede da Akamai também registrou um aumento de 4,7% nos endereços IP conectados no último trimestre de 2009 em comparação ao trimestre anterior. Foram 465 milhões de endereços IP únicos de 234 países, contra 401 milhões registrados no fim de 2008 e 312 milhões no fim de 2007. Estados Unidos e China são responsáveis por 40% dos endereços observados. Globalmente, 35 países têm participação de internet de 25% ou mais (com 0,25 ou mais IPs únicos per capita).

Na internet móvel, a Akamai registra uso de smartphones e modems 3G. A maior velocidade registrada é de 3,2 Mbps na Áustria, contra 106 Kbps na Eslováquia. A empresa analisou 109 operadoras de todo o mundo, com 40 delas com conexões acima de 1 Mbps e 11 com 2 Mbps ou mais. Os únicos dados sobre o Brasil indicam velocidades médias em dispositivos móveis de 684 Kbps, a mais rápida da América Latina, em uma operadora (sem informar nome) e 467 Kbps em outra.

Fonte: Zumo Notícias

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Globo tira do ar filme considerado pró-Serra



O jingle de comemoração aos 45 anos da Rede Globo foi retirado do ar na noite da última segunda-feira (19). Para o coordenador da campanha de Dilma (PT), Marcelo Branco, o vídeo continha uma mensagem pró- José Serra, rival de Dilma na corrida pela presidência.

Em nota, a emissora afirma que o vídeo foi criado "quando não existiam nem candidaturas, muito menos slogans eleitorais". "Qualquer profissional de comunicação sabe que uma campanha como esta demanda tempo para ser elaborada", diz nota da Central Globo de Comunicação. "Mas a Rede Globo não pretende dar pretexto para ser acusada de ser tendenciosa e está suspendendo a veiculação do filme."

A Globo também retirou o site que mostrava o comercial. O link agora está quebrado.

A declaração de Branco no Twitter e a opinião de internautas é de que o jingle embute, disfarçadamente, apoio ao candidato tucano. O “45” (número do PSDB) e frases como “todos queremos mais”, que se assemelha ao slogan “o Brasil pode mais” – dito por Serra – foram os argumentos usados pelos petistas para explicar a afirmação de que a Globo emitia uma mensagem política em sua comemoração.

"Eu e toda a rede [vimos essa alusão]", escreveu Branco no Twitter em resposta ao comentário de que estaria enxergando na peça mensagem subliminar de apoio ao tucano.

Em seu blog, o secretário de Comunicação do PT, André Vargas, escreve: "Denúncia: Lema de Serra "inspira" jingle da Rede Globo

A campanha mostra vários atores, jornalistas e apresentadores da emissora. Em determinado momento, os atores falam: "Todos queremos mais. Educação, saúde e, claro, amor e paz. Brasil? Muito mais."

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Como o Marketing de Relacionamento pode dobrar o retorno do investimento em propaganda?

O surgimento de novas mídias e diversos canais de distribuição aumenta a necessidade de um tratamento exclusivo para alcançar a excelência no atendimento ao consumidor. Segundo dados da American Management Association, de Nova York, 65% da média dos negócios de uma empresa vêm de atuais clientes e daqueles que se dizem satisfeitos. Portanto, conhecer os desejos desses consumidores é fundamental, pois já está comprovado que mantê-los custa menos do que adquirir novos potenciais. Desta forma, o diferencial no atendimento passa a ser uma etapa do processo de relacionamento com o consumidor, mais difícil de ser implantada e, com certeza, a mais valorizada.

Até bem pouco tempo, a aquisição de novos clientes era um dos principais objetivos das empresas, mas agora, crescer significa ter estratégias eficazes com foco na rentabilização individual dos clientes e ao longo do tempo fidelização e retenção dos principais consumidores. Pensando nessa estratégia, o futuro de um mercado promissor pode estar no marketing diferenciado.

O conceito de CRM (Customer Relationship Management - Gestão de Relacionamento com Clientes) é uma das principais estratégias que podem ser utilizadas pelas empresas e departamentos de marketing direto para o incremento nas vendas. Cada vez mais as corporações percebem que os Programas de Relacionamento são responsáveis por captar e transformar os dados dos consumidores em informações e estas em conhecimento, diferenciando os clientes conforme suas necessidades individuais. Isso resulta no aumento gradual da qualidade e longevidade da relação. É comprovado que atualmente as empresas que investem nessa estratégia obtêm, no mínimo, o dobro do retorno do investimento.

Existem inúmeras formas de fidelização. Por meio de pesquisas de campo e cruzamento de dados, é possível dar direcionamento para toda a estratégia de marketing de relacionamento. Assim, ferramentas como e-mail marketing, malas diretas, programas de pontuação e outros instrumentos de campanha conseguem atingir pessoas que realmente interessam àquela determinada empresa e, principalmente, pessoas que possuam perfil de consumo de um tipo de serviço ou produto.

Um detalhe importante quando se fala em relacionamento entre empresas e clientes é, justamente, o levantamento e armazenamento das informações. É fundamental que o responsável pelo contato com o público se interesse pela vida de cada consumidor. Estes dados devem estar cadastrados corretamente. Eles serão, sem dúvida, uma importante fonte de subsídios para uma ação vitoriosa.

Diversas estratégias de sucesso podem servir como ótimos exemplos de um relacionamento adequado e assertivo com os clientes: em uma rede de academias de ginástica, por exemplo, detectamos o grau de dependência entre a freqüência do aluno com a probabilidade de renovação do plano. Parte da estratégia constituiu em ações dirigidas aos alunos mais faltosos, com abordagens personalizadas e que motivassem o uso mais freqüente da academia. O resultado foi que, em média, 73% dos clientes voltaram após a comunicação, além disso, a evasão mensal foi reduzida em 22%.

Outro exemplo está ligado à rentabilização de clientes de uma operadora de saúde. O índice de segurados com produtos complementares ao plano de saúde, como odontológico e resgate aéreo, era muito baixo. O plano consistiu em uma estratégia combinada de mala direta personalizada, seguida de uma ligação telefônica para efetivação da compra do opcional. Com estas simples, mas bem planejadas ações, a conversão média de clientes foi de 27%.

Portanto, conclui-se que ações de marketing direto são extremamente necessárias e devem estar dentro de um programa integrado de relacionamento e com a mensuração precisa dos resultados combinada com uma análise dos investimentos.

*Estevam Cintra é sócio-diretor da DTM Marketing de Relacionamento (www.dtmarketing.com.br)

A volta da Devassa !


A cerveja Devassa Bem Loura, do Grupo Schincariol, volta à mídia após a polêmica com o comercial estrelado por Paris Hilton. O filme, criado pela Mood, vai ao ar nesta sexta-feira (16).

A trilha sonora do anterior e as cenas do produto foram mantidas neste novo comercial que agradecerá às mais de duas milhões de visualizações que o vídeo com Paris recebeu pela web.

A campanha de lançamento da cerveja foi suspensa pelo Conar (Conselho de Autorregulamentação Publicitária), sob a alegação de "apelo sexual".

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Cielo estreia segunda fase da campanha



Em continuidade ao mote “A número 1 em vendas. Nada supera essa máquina”, criado pela Y&R, a Cielo estréia nessa semana a segunda fase da campanha que reforça o vinculo com seus clientes e destaca o novo posicionamento da marca: liderança, abrangência, parceria e alta performance. Na oportunidade, a agência elaborou três anúncios para veiculação nas principais revistas do Brasil.

Se no lançamento da campanha o foco estava em sintetizar os valores da empresa, nos filmes para TV aberta e fechada, incluindo o “Cielo e Cielo” protagonizado pelo nadador campeão olímpico César Cielo, o objetivo agora é traduzir a agilidade e a eficiência da empresa com ilustrações de alguns dos monumentos arquitetônicos mais altos e estéticos do mundo – a Torre Eiffel, em Paris, e o Empire State, em Nova York. Outro referencial comparativo presente entre as peças será o Monte Everest, localizado na Cordilheira do Himalaia, o ponto mais alto do planeta.

No anúncio com o Monte Everest, por exemplo, a imagem da montanha de 8.844 metros de altura é comparada com a quantidade de recibos de vendas emitidos em apenas 91 segundos pelas máquinas da Cielo - fruto da agilidade e disponibilidade da maior rede nacional de pagamentos eletrônicos. O texto da peça avisa ainda que, muito em breve, outras bandeiras de cartões serão aceitas pela Cielo, além dos cartões Visa.

Essa analogia com alturas grandiosas também é feita com a Torre Eifel e o Empire State, porém com intervalos de tempo diferentes para mensurar a quantidade de recibos impressos.

A criação dos anúncios é de Marco Versolato, Átila Francucci, Sérgio Fonseca, Marco Mattos e Vinicius Stanzione, com direção de criação de Marco Versolato e Átila Francucci.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

EBAP confirma: Brasil adora publicidade


Engana-se quem pensa que o brasileiro não gosta de publicidade. Pesquisa encomendada pela Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) ao Ibope comprova que a atividade é mania nacional: 87% dos entrevistados revelam gostar de propaganda e 67% consideram que ela tem relevância em seus cotidianos.

A pesquisa “Como o brasileiro percebe e avalia a propaganda” foi divulgada no 7º EBAP - Encontro Brasileiro de Agências de Publicidade - mostra que 69% dos entrevistados declaram estar expostos à propaganda de produtos ou serviços frequentemente. Na percepção dos brasileiros, a propaganda tem caráter informativo (66%), persuasivo (25%) e econômico (10%). Somente 7% das pessoas consideram a influência da propaganda negativa.

Para os brasileiros, ela atualiza as pessoas (60%), diverte (41%), dá mais escolhas ao consumidor (61%), ajuda a gerar empregos (55%) e contribui para o desenvolvimento econômico (52%). Quando questionados sobre a vida sem a propaganda, 42% dos brasileiros apontam um mundo pior: “mais monótono”, “chato” e “perdido”.

O consumidor também não se sente indefeso perante à propaganda já que apenas 16% acreditam que ela estimula a compra do que não é necessário. A maior queixa em relação a publicidade ficou para as ações políticas, eleitorais e partidárias, 76% reprovam, sendo que 57% dos entrevistados não gostam nada e 19% não gostam muito deste tipo de publicidade.

Os entrevistados que tem filhos até 12 anos avaliam que a publicidade é positiva (55%), assim como 46% dos indivíduos sem filhos até esta idade. A propaganda melhorou nos últimos cinco anos, para 71% dos entrevistados, tornando-se mais inovadora, chamativa e passando a respeitar mais o consumidor.

A Lei Cidade Limpa também foi abordada pela pesquisa, para 76% dos entrevistados a medida é considerada um pouco ou muito boa. Ao mesmo tempo, 64% concordam que a propaganda do cigarro seja proibida e o mesmo deveria ser feito para a propaganda de bebidas destiladas, cervejas e vinhos.

A pesquisa ainda ressalta que as pessoas tem pouco conhecimento dos institutos reguladores do mercado: apenas 3% dos entrevistados citaram o Conar e apenas 7% o Procon.

Foram realizadas duas mil entrevistas domiciliares entre 24 de outubro e 2 de novembro de 2009. Foram ouvidos homens e mulheres de 16 a 69 anos, das classes ABC, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Recife e Salvador.


Redação Adnews

TV a cabo tem 15% de comercial

O Ministério Público Federal de São Paulo recebeu uma pesquisa da Associação de Consumidores Proteste com dados sobre cinco emissoras de TV a cabo, constatando que o público é submetido a 15% de publicidade durante sua programação.

A coordenadora do instituto, Maria Inês Dolci, acredita que a pesquisa colabora com a consulta pública iniciada pelo Ministério, em janeiro, sobre o excesso de publicidade nas TVs pagas. O estudo apontou que a média de comerciais durante a programação da Fox é de 23%. Em seguida estão, Nickelodeon (19,6%), MTV (15,7%), SporTV (14,9%) e Globo News (13,2%). As emissoras foram escolhidas de forma aleatória entre 3 e 4 de março.

Com informações da Folha de S.Paulo.

Redação Adnews

Grupo Walt Disney, em parceira com empresa brasileira, adquire rádio em SP

O conglomerado norte-americano Walt Disney Company adquiriu parte da concessão de uma frequência radiofônica na cidade de São Paulo no início de 2010.

Em parceria com a empresa brasileira Rádio Holding Ltda, o grupo norte-americano agora tem autorização para atuar na frequência FM 91,3 MHz, em São Paulo, segundo informa o blog Cheni no Campo.

Como a legislação brasileira não permite que um grupo estrangeiro tenha participação majoritária nas ações de veículos de comunicação no país, a Walt Disney firmou sociedade com a empresa brasileira. Sendo assim, o grupo Disney fica com 29% de participação na nova rádio, enquanto a Rádio Holding Ltda, com 71%.

Especula-se que a frequência não será usada como rádio voltada ao público da parcela mais famosa do grupo, no caso, a marca infanto-juvenil Walt Disney. Donatária da ESPN, que hoje divide frequência no Brasil com a Eldorado FM, acredita-se que a marca esportiva do grupo utilizará a rádio.

A Walt Disney Company é compostas pelas empresas Disney-ABC Networks, ABC Television Network, ABC Entertainment, ABC Daytime, ABC News, ABC Sports, ABC Kids, ABC Studios e a American Bradcasting Company Radio, que possui 72 estações nos E.U.A. incluindo Radio Disney, ESPN Radio e ABC News Radio.

Fonte: Portal Imprensa

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Capa do Estadão sai com cores do Itaú


A capa do jornal “O Estado de São Paulo” de hoje, 8 de abril, ganhou manchas de tintas com as cores do Banco Itaú em uma campanha criada pela DM9DDB. O anúncio diferenciado integra a plataforma “Itaú Apresenta” e divulga o Crédito Itaú para reforma. Essa é a primeira vez em que o jornal “O Estado de São Paulo” permite uma intervenção sobre as matérias da sobrecapa usando uma réplica perfeita de sua capa do dia.

“A forma diferenciada do anúncio vem em linha com ações que o Itaú vem promovendo, inovando com bom gosto. A peça passa uma ideia de parceria do Itaú com o cliente que quer fazer uma reforma”, afirma Cristiane Magalhães, diretora de marketing de negócios do Itaú.

“Este anúncio é uma inovação do jornal ‘O Estado de São Paulo’. Uma peça que só foi possível com um trabalho integrado e muito azeitado entre cliente, agência e veículo”, afirma Monica de Carvalho, diretora de mídia da DM9DDB. Já Marcelo Reis, diretor de criação da agência, “é realmente difícil e prazeroso quando, dentro de uma plataforma estabelecida, conseguimos surpreender e criar algo diferente e inusitado. Este anúncio é uma prova de que isso é possível”.

Completa a intervenção da sobrecapa o anúncio em página dupla, que mostra um casal com as tintas usadas na reforma de seu apartamento. “Itaú apresenta: o crédito que ajudou um casal a mudar de casa, sem mudar o endereço”.

Agência Estado fecha parcerias com agências

No ano em que completa 40 anos de atividade, a Agência Estado (AE), a pioneira e líder no fornecimento de informações online e em tempo real para o mercado financeiro no Brasil, acaba de firmar parceria com duas grandes agências internacionais. Os acordos envolvem a americana Associated Press (AP) e a agência chinesa Xinhua visando revenda de fotografia no Exterior. Elas se juntam à Agence France Presse (AFP), da França, na rede de parceiros internacionais da AE.

Segundo Daniel Parke, diretor-geral da AE, essas parcerias fazem parte do planejamento estratégico da Agência Estado, na busca de um nível ainda maior de excelência. "A consolidação desses acordos para a internacionalização de conteúdo coloca a fotografia da AE em países estratégicos na América do Norte, Europa e Ásia", explica o executivo. Em 2010, a marca Agência Estado já está em mais de 15 mil imagens, com legendas em inglês, nas plataformas digitais dessas Agências.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Previsão: jornais vão sobreviver apenas por mais uma década.

Mais uma previsão catastrófica atinge a mídia impressa. Dessa vez, a impressão vem de James Tyree, CEO da Mesirow Financial, que liderou a compra do Chicago Sun-Times em outubro do ano passado.

De acordo com informação publicada no Guardian, os jornais impressos deverão sobreviver por mais uma década antes de serem substituídos pelo conteúdo digital.

Tyree acredita que a saída para os impressos é oferecer conteúdo original online e apostar em coberturas mais aprofundadas para se manterem como fonte de informação.

terça-feira, 6 de abril de 2010

O papel do slogan na construção de marca.

A seguir um texto muito interessante ! é um pouco extenso mas vale a penar ler !


Palavra criada pelos Celtas, povo que ocupou o centro da Europa entre os séculos 1.000 a.C. e 400 a.C., o slogan era utilizado originalmente como um grito de guerra, com a finalidade de motivar os guerreiros para a luta através do estímulo a vínculos racionais e afetivos com seu povo.

Mas a finalidade do slogan hoje lhe confere ainda muita semelhança com sua origem, pois mantém seu papel de mobilização para determinada ação - de consumo – e de construir vínculos com as marcas, sendo um importante recurso no processo de construção de marcas fortes e reconhecidas.

Para cumprir eficientemente este papel, um slogan deve trabalhar ao mesmo tempo e integradamente forma e conteúdo. Como bem registrou o escritor francês Oliver Reboul em “O Slogan”, “sua força é inseparável de sua forma“, ou “uma idéia com força de venda”.

Com relação à forma, para atingir seu objetivo é importante que o slogan seja curto, conciso, simples e claro, mnemônico (fácil de memorizar), eufônico (com sonoridade agradável) e preferencialmente bonito do ponto de vista estético.

Quanto ao seu conteúdo, ele precisa ser preciso na missão de transmitir a mensagem desejada, que pode ser:

* Associação a atributos funcionais – Bombril, 1001 utilidades; Tomou Doril, a dor sumiu; Sedex – Mandou. Chegou;

* Associação a atributos emocionais – Perdigão, Se é de coração, é de verdade; Coca Cola, Abra a felicidade;

* Definição de posicionamento - Gol, Linhas aéreas inteligentes; Band, Integridade na informação;

* Definição de posicionamento de preço - Telha Norte, Preço baixo é nosso forte;

* Atribuição de qualidade – Bosch Car Service, Qualidade e todos os serviços ao seu alcance; Vivo, Conexão como nenhuma outra; Mercedes-Benz Classe E, Insuperável;

* Diferenciação – Toyota Camry, Sofisticação elevada à máxima potência;

* Tradição – Bohemia, desde 1853; Safra, Tradição secular de segurança;

* Liderança - Boston Medical Group, Líder mundial em saúde sexual masculina;

* Globalização - No Brasil e no mundo, HSBC; O mundo, as pessoas e a Brasken;

* Transmissão de um novo conceito – Tim, Você, sem fronteiras; Omo, Porque se sujar faz bem; Natura, Bem estar bem; Santander, Valorizando idéias por uma vida melhor;

* Impacto sobre a compra – Claro, Escolha; Veja, Indispensável;

* Identificação – Itaú, Feito para você; Casas Bahia, Dedicação total a você; Leroy Merlin, A casa da sua casa; Vale, Cada vez mais verde. E amarela; Brasil, Um país de todos;

* Entre outros.

Mas se o conteúdo tem papel importante na construção da marca, surge uma questão sobre o uso de slogan em inglês no Brasil. Em um primeiro olhar a pergunta parece fazer sentido uma vez que diversas marcas se utilizam deste idioma aqui, como por exemplo:

* Honda - The power of dreams;


* Avon – The company for women;

* Nissan – SHIFT_the way you move;

* Purina – Your pet. Our passion;

* Hyunday – Drive your way;

* LG – Lifes Good;

* Volvo – Life is better lived together;

* Philips – sense and simplicity;

E se olharmos do ponto de vista do consumidor, qual a sua percepção do uso do inglês associado às marcas? A discussão pode ser aprofundada de duas formas: compreendendo qual a percepção gerada pelo uso do inglês, a despeito da compreensão de seu conteúdo, e entendendo o nível de conhecimento dos consumidores sobre o idioma.

Uma pesquisa realizada pela GfK, com 1.500 consumidores brasileiros, procurou auxiliar nestas questões. De início pode-se dizer que o inglês é reconhecido como uma língua universal, sendo assim há um bom entendimento e aceitação do seu uso nas mensagens publicitárias.

E, independentemente da compreensão da frase, algumas mensagens são transmitidas quando se utiliza um slogan em inglês. Em especial, há uma associação da marca com qualidade, sofisticação e prestígio, transmitindo segurança pela associação com uma marca global, do primeiro mundo. Assim, se o posicionamento da marca for consistente com estes valores, o uso do inglês irá reforçar este posicionamento, mesmo que o público alvo não tenha compreensão da língua e do conteúdo da mensagem.

Agora, vejamos como se dá a questão da compreensão do idioma. Segundo o estudo, 32% dos entrevistados afirmaram entender inglês, sendo 28% um pouco; 2% quase tudo e 2% tudo. Ou seja, já estamos tratando de um universo restrito a cerca de 1 em cada 3 consumidores brasileiros.

Como confirmação desta declaração, estes entrevistados foram solicitados a apresentar sua compreensão sobre 5 slogans em inglês. Como resultado, daqueles que afirmaram compreender o inglês, 82% não conseguiram compreender corretamente nenhuma das 5 frases.

Em resumo, do total dos consumidores brasileiros, 4% entendem bem o inglês; 2% entendem alguma coisa; 26% dizem que entendem, mas não entendem; e 68% assumem que não entendem o inglês.

Ainda segundo a pesquisa, o perfil de quem entende inglês, com destaque, é composto por: homens, jovens, solteiros, com escolaridade mais elevada, executivos e profissionais liberais. A grande questão é: se o público alvo da marca é este, perfeito! O slogan em inglês transmite o conteúdo de sua mensagem. Se não, apenas o conteúdo genérico daqueles atributos relacionados anteriormente (sofisticação, global, etc.) é percebido.

Entretanto, o desafio de construção de slogans eficientes não se limita à questão do idioma de Shakespeare. Em grande parte, nossos consumidores têm limitações para compreender também mensagens escritas no idioma de Oswald de Andrade.

De fato, quando apresentados a um slogan em português, 64% dos entrevistados apresentaram entendimento correto da mensagem; 6% entendimento errado e 30% nenhum entendimento do que a empresa queria transmitir com a frase.

Este cenário ajuda a compreender a baixa associação entre slogans e marcas. Entre diversas marcas testadas, em inglês e português, a maior associação correta foi de apenas 30% dos entrevistados, no caso de “Natura” e “Bem estar bem”. Esta reflexão busca destacar os cuidados importantes na construção e uso desta poderosa ferramenta de construção de marca - o slogan, em especial na atenção que deve ser dada ao consumidor alvo da mensagem, nas suas características demográficas, atitudinais, regionais etc.

E, para finalizar, dois usos exemplares de slogans em um mesmo universo de bebidas alcoólicas:

* 51, Uma boa idéia – em português, simples e de fácil compreensão, forte e impactante, voltado para um público amplo e, no geral, com menor grau de instrução;

* Keep walking, Johnnie Walker – em inglês, simples e direto, fortemente associado à essência da marca, voltado para um público alvo similar ao perfil que entende o idioma.

Artigo de Mario Mattos, diretor de marketing da GfK Brasil.

AmBev lança Guaraná Antarctica Açaí !


A AmBev, líder no segmento de bebidas no Brasil, apresenta para o mercado brasileiro um novo refrigerante que traz a mistura perfeita entre dois típicos frutos da Amazônica: o guaraná e o açaí. O Guaraná Antarctica Açaí faz parte da família Guaraná Antarctica e promete surpreender o consumidor com este sabor único.

Com distribuição nacional, o Guaraná Antarctica Açaí chega aos principais pontos de venda a partir de abril nas versões Lata 350ml, Pet 500ml e 2Litros.

O produto tem como ponto forte a brasilidade e traz uma dupla energia, já que possui extratos naturais do guaraná e do açaí. Ambos os frutos possuem características semelhantes: são fontes de energia, de origem amazônica, podem ser plantados na mesma área e já são consumidos juntos em outras ocasiões.

Para o lançamento do refrigerante, o Guaraná Antarctica Açaí prepara uma série de ações de comunicação. O plano de mídia começa com iniciativas no PDV e na seqüência, filmes, anúncios, material para Internet e mídia exterior apresentam o novo produto para o público.

Brilhante faz campanha para reforçar brancura

A marca de detergente em pó Brilhante, da Unilever, volta à TV para reafirmar seu poder de limpeza e brancura. Reconhecida por proporcionar roupas brancas impecáveis, sem danificar as cores e os tecidos, a marca mantém-se na mídia neste primeiro semestre de 2010 com uma comunicação voltada à consumidora e mostrando de forma bem humorada os benefícios do produto: 2 vezes mais agentes branqueadores do que qualquer lava roupas líquidos

Os dois filmes da nova campanha, “Quase Pronta” e “Festa a fantasia”, produzidos pela JWT Thompson, mostram situações cotidianas de uma forma divertida e direta por meio de uma conversa entre duas amigas se arrumando para uma festa. Os filmes, com direção de Clovis Mello, têm versões de 30”, 15” e 5”. Entre as outras ações de marketing para divulgar a campanha estão: patrocínios em TV aberta, outdoors e ações de digital no site de Brilhante – www.brilhante.com.br

segunda-feira, 5 de abril de 2010

McDonalds lança novos copos da Coca-Cola.


O McDonalds começa o mês de abril com uma novidade para os amantes de futebol. A partir do dia 5, chegam em todos os restaurantes da rede os novos Copos da Coca-Cola com o tema da Copa do Mundo da FIFA na África do Sul.

A campanha, realizada em parceria com a Coca-Cola, reforça a estratégia do McDonalds de promover ações voltadas à Copa do Mundo da FIFA de 2010. Produzido em vidro transparente, o copo foi inspirado no formato clássico da garrafa do refrigerante e pode ser encontrado nas cores verde, vinho, cristal, roxo, azul e lima. Para ganhar o copo exclusivo, o cliente deve comprar uma McOferta (sanduíche, acompanhamento e bebida) e um McFlurry no mesmo cupom fiscal.

A chegada da promoção Copos da Coca-Cola 2010 tem como objetivo atender as expectativas dos consumidores que sempre buscam novidades e ampliar a experiência em nossos restaurantes.

Apenas 17% das empresas paulistanas estão nas redes sociais, diz pesquisa.

A maioria das empresas da cidade de São Paulo não está presente nas redes sociais, como Twitter, Orkut e Facebook. Segundo levantamento feito para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), apenas 17% das empresas da cidade têm cadastros nessas redes.

As instituições financeiras são as mais “conectadas” a esse ambiente, com 26% fazendo parte dessas redes. Já no comércio, essa fatia é de apenas 12%.

O objetivo principal das empresas, segundo o levantamento, é melhorar o relacionamento com o cliente, seguido pelo acesso a novos clientes e pela busca de informações de mercado.

Apesar da baixa presença nas redes, 51% das empresas consultadas diz monitorar o que é dito sobre elas na web. “No entanto, 68% admitem não responder aos comentários feitos sobre elas nas redes sociais”, diz Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP.

Fonte: G1

domingo, 4 de abril de 2010

Feliz páscoa !

Muito chocolate a todos os seguidores do meu Blog ! Manterei mais atualizado, desculpem a ausência...... em breve novas novidades.


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Abraço a todos e uma ótima semana.


Rdrigo G. Santos

Gêmeos que "criaram" Facebook dizem que batalha não acabou


Em 2008, o Facebook encerrou uma polêmica ação judicial com dois gêmeos americanos que diziam autores da ideia original do maior site de relacionamentos da internet com o pagamento de uma quantia não revelada. Fim da história? Não para Cameron e Tyler Winkelvoss, que, numa entrevista à BBC, afirmaram: o processo ainda não acabou.

Os dois são remadores e ex-colegas do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, na Universidade de Harvard, onde criaram o site de relacionamentos ConnectU. Quando o Facebook começou a fazer sucesso, processaram Zuckerberg pelo roubo da ideia, recebendo uma quantia que, estima-se, pode ter chegado a US$ 65 milhões.

Na véspera de uma competição na Inglaterra - competiriam pela Universidade de Oxford -, os gêmeos Winkelvoss se recusaram a confirmar a extensão do acordo. "Acho que dá para dizer que este capítulo ainda não acabou", disse Cameron.

"É nosso dever nos apegar aos princípios. Queremos ter certeza de que o que é certo está certo", acrescentou Tyler.

Os dois gêmeos, que começaram a criar o ConnectU em 2003, disseram acreditar que Zuckerberg trabalhava com eles na mesma ideia até que, em 2006, ele lançou um site com uma ideia parecida: o Facebook.com. O site de Zuckerberg se tornou rapidamente popular no campus de Harvard e então, já com o nome reduzido para Facebook, se tornou um sucesso mundial.

"Foi realmente um choque", disse Tyler.

O acordo feito em 2008, segundo a BBC, envolveu a transferência de ações do Facebook pertencentes a Zuckerberg para os dois irmãos. A disputa, no entanto, aparentemente reside no valor destas ações.

Mas, questionado a respeito pela BBC, o Facebook considerou a questão "concluída". "O acordo foi aplicado pelos tribunais e as tentativas de adiar aquela decisão foram negadas duas vezes", disse a empresa de Zuckerberg.

Fonte: Terra

quinta-feira, 1 de abril de 2010

FRI.TO cria em realidade aumentada


A próxima edição da Revista Galileu, de abril de 2010, traz uma ação desenvolvida pela agência interativa FRI.TO com realidade aumentada. Um quadrado aparentemente sem sentido, estampado no centro da capa, é a chave para que o leitor assista a um vídeo exclusivo com o chef Alex Atala.

Para acessá-lo, basta expor a imagem diante de uma webcam. “É a primeira vez que uma revista brasileira lança mão da tecnologia de Realidade Aumentada para transmissão de conteúdo em vídeo”, afirma Gustavo Pehrsson, diretor de criação da FRI.TO. “Quando a revista nos procurou, ficamos muito felizes em poder aplicar uma tecnologia, que está começando a ser usada pela propaganda, para gerar conteúdo de uma maneira inédita no Brasil”. Em fevereiro, a agência produziu ação com Realidade Aumentada para a nova camisa do clube Portuguesa de Desportos.

Brasil será o 6º maior da mídia mundial em 2010



O Brasil deve ultrapassar França e Itália, fechando 2010 como o 6º país em investimentos em mídia . Em 2008, o Brasil ocupava a oitava posição atrás das sete maiores economias do mundo, de acordo com levantamento do bureau de mídia GroupM, que pertence ao grupo WPP, o maior do mercado publicitário.

Até o final de 2010, o país deverá ganhar mais duas posições, ficando atrás apenas de, pela ordem, Estados Unidos, Japão, China, Alemanha e Reino Unido.

O levantamento levou em conta o investimento feito em mídia per capita, o que demonstra que o Brasil tem muito espaço para crescimento. Os EUA investiram US$ 518 para cada cidadão do país em 2008, já o Brasil, US$ 64 por cabeça. Esse valor deve saltar para US$ 78 até o final de 2010.

No Japão, a média per capita chegou a US$ 407, contra US$ 27 da China. Consolidado como o terceiro maior mercado de publicidade do mundo, os asiáticos tem uma população de 1,3 bilhão, o que leva a média para baixo.

Na Europa, a Alemanha investe em média US$ 311, o Reino Unido US$ 343, a França US$ 256 e a Itália US$ 250.

Dados da consultoria britânica Economist Intelligence Unit divulgados pelo jornal Folha de S. Paulo nesta semana, apontam que o Brasil voltou a ser a oitava maior do mundo, de acordo com o PIB em dólares de 2009, que chegou a US$ 1,53 trilhão. Em 2007, o país estava na 10ª posição, atrás de Espanha e Canadá, e em 2008 chegou ao nono lugar.

Os EUA lideram o ranking de PIB com US$ 14,26 tri, seguido por Japão (US$ 5,07 tri), China (US$ 4,91 tri), Alemanha (US$ 3,35 tri), França (US$ 2,68 tri), Reino Unido (US$ 2,19 tri) e Itália (US$ 2,12 tri). Atrás do Brasil estão Espanha, Canadá, Índia e Rússia.

Publicidade online cresce e se destaca na Grã-Bretanha


A publicidade online na Grã-Bretanha cresceu 4,2% em 2009, superando o desempenho do mercado como um todo no país, sustentada pela demanda por anúncios pagos baseados em buscas e vídeos, segundo relatório do Internet Advertising Bureau (IAB) e da PricewaterhouseCoopers, divulgado nesta terça-feira (30).

Mesmo com o investimento de 5,3 bilhões de dólares em publicidade online, em 2009 houve uma retração de 13% no mercado, segundo estimativa de dezembro da ZenithOptimedia. A empresa prevê uma queda de cerca de 2% em 2010.

O setor, que teve um segundo semestre positivo, foi dominado por resultados de buscas pagos, que cresceu 9,5% - 2,15 bilhões de libras, representando 60,7% de todo o investimento publicitário.

Os gastos com banners e anúncios tradicionais de Internet caíram 4,4%, já os gastos com vídeos aumentaram 140% devido à popularização do formato na web.

Com as informações: Terra

Globo divulga balanço anual



Globo divulga balanço anual

31/03/2010

A Globo Comunicações e Participações S/A publicou nesta terça-feira (30) o balanço financeiro relativo ao ano fiscal de 2009. O grupo, que abriga a Rede Globo de Televisão, Canais Globosat, Globo.com, TV Globo Internacional, Globo Filmes, Som Livre e Editora Globo, faturou R$ 8,386 bilhões em receita líquida, um crescimento de 10%. Em 2008, a empresa recebeu R$ 7,602 bilhões.

A publicidade é o principal insumo de venda do grupo, o balanço publicado nos principais jornais do país não discrimina, mas a Rede Globo lidera as empresas do grupo com cerca de R$ 7,7 bilhões. A receita bruta consolidada com a venda de propaganda e serviços chegou a R$ 9,381 bilhões, mas com dedução de impostos e outras deduções caiu para R$ 8,385 bilhões. O Ebtida (lucro antes do pagamento de juros e impostos) foi de R$ 1,527 bilhão, a dívida é de R$ 1,199 bilhão.

No texto que acompanhou o balanço, o presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho exaltou o número de funcionários, o conteúdo produzido e a valorização da produção nacional "Produzimos em 2009 aproximadamente 11 mil horas de conteúdo nacional, empregamos cerca de 12 mil colaboradores e contratamos mais de 130 produtores de audiovisual independentes brasileiros. Acreditamos que somente empresas de mídia financeiramente saudáveis promovem a inovação, produzem produtos de qualidade e garantem sua independência editorial. Sabemos que países que não possuem empresas de comunicação social relevantes correm o risco de se tornarem consumidores passivos de conteúdos estrangeiros", disse.

O balanço não informa os números do Sistema Globo de Rádio, Valor Econômico e Infoglobo (O Globo, Extra e Expresso), que não integram a Globo Comunicação e Participação.

Redação Adnews